Brasil: risco de diesel aumenta e importações pesam sobre portos e logística

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A logística de combustível do Brasil está entrando em uma zona de turbulência: os distribuidores alertam as autoridades sobre os riscos de fornecimento após o cancelamento dos leilões de combustível esperados, em meio ao aumento da demanda por diesel. Dependendo das Importações, a carga é deslocada para portos e cadeias de suprimentos.

A Associação Brasileira de distribuidores de combustível, Sindicom, entrou em contato com o regulador ANP e várias agências para alertar sobre os riscos para o fornecimento nacional de combustível. De acordo com a Reuters, o motivo foi o cancelamento dos leilões de combustível esperados pela Petrobras, bem como o crescimento da demanda, que é especialmente perceptível para o diesel.

A Petrobras produz a maior parte do diesel no país, com cerca de 25% vindo de importações. Quando as importações aumentam ou se tornam a única fonte de cobertura para picos, a carga logística passa para a infraestrutura portuária: descarga, armazenamento, transporte interno, distribuição regional. Nessa configuração, qualquer decisão de gerenciamento de compras e leilões reflete rapidamente na sustentabilidade da cadeia.

A carta, divulgada pela Reuters, pede a retomada dos leilões para aliviar a tensão e manter a continuidade das entregas. Para o mercado de transporte, isso significa o risco de um salto nos preços do frete e um aumento nos custos operacionais. Para a indústria e o comércio, Isso significa um aumento nos custos e a necessidade de ajustar os orçamentos de logística e inventário.

A notícia é importante para o Brasil, pois o combustível gera o custo de praticamente qualquer Entrega doméstica de e para os portos. Com o aumento dos custos logísticos, a competitividade dos lotes de exportação diminui, e os bens importados recebem uma camada adicional de preços já no ombro interno.