O mercado brasileiro de logística aérea entrou em uma nova realidade de preços: a partir de 1º de abril, a estatal Petrobras elevou os preços do combustível de aviação em cerca de 54,8%. Para mitigar o impacto sobre os distribuidores e companhias aéreas, a empresa propôs um esquema em que parte do aumento não é pago imediatamente, mas distribuído para pagamentos subsequentes.
Para comércio eletrônico e comércio eletrônico Esta não é uma"história interna da aviação". O canal de ar é a principal ferramenta, quando a carga é cara, o tempo é crítico e o atraso quebra o contrato: eletrônica, farmacêutica, componentes, amostras, reabastecimento urgente de armazéns do mercado. Quando o combustível sobe de preço em uma única etapa, as tarifas aumentam rapidamente e parte da capacidade sai do mercado porque as transportadoras e os transitários reformulam a rede para margens mais estáveis. As estimativas da indústria da Reuters indicaram que o combustível representa mais de 30% dos custos operacionais das companhias aéreas no Brasil, o que explica a velocidade com que os preços e horários são revisados.
A parcela parece um "buffer", mas para os negócios não cancela o principal: o custo básico de envio aumentou. Isso significa que as empresas vão mudar as regras do jogo dentro da cadeia de suprimentos: em algum lugar eles substituirão a taxa de aviação por uma mais lenta, em algum lugar eles colocarão uma reserva de seguro maior, em algum lugar eles reescreverão os contratos com a indexação de sobretaxas de combustível.
Para os donos de lojas em outros países que trabalham com a América Latina, este é um sinal prático: a "entrega rápida" está se tornando mais cara, o que significa que os produtos com margens finas serão mais propensos a ir para a rota marítima ou combinada. Para as transportadoras e os operadores 3PL, esta é uma janela para oferecer aos clientes esquemas claros: separação de cargas urgentes por níveis de serviço, planejamento de capacidade de ar com antecedência e regras transparentes de surcharge de combustível para não argumentar de fato.