Brasil endurece regulação de Criptomoedas e testa realidade digital

Brasil endurece regulação de Criptomoedas e testa realidade digital
Mais populares
15.05
Rússia e Brasil buscam cálculos que contornem o dólar
13.05
Mercado Livre expulsa Amazon do e-commerce da América Latina
13.05
Brasil muda impostos para e-commerce a partir de 2027
08.05
PIX supera cartões no Brasil - o análogo do SBP se tornou o principal método de pagamento no e-commerce
08.05
Brasil impõe imposto de 60% sobre pacotes com menos de US 5 50-Shein e Temu sob ataque
05.05
Indonésia no BRICS: o que isso muda para o comércio no Sudeste Asiático
O Brasil está entre os 3 principais países do mundo em termos de número de Usuários de Criptomoedas e ocupa o segundo lugar entre os países da América Latina em termos de volume de mercado de criptomoedas. Em 2026, o Banco Central endureceu os requisitos para plataformas de criptografia e, ao mesmo tempo, lançou o teste do Real digital — o CBDC. Para as empresas russas que estão considerando contas de Criptomoedas com o Brasil, este é o momento em que você precisa entender as novas regras.

O Brasil não é novo na cripto há muito tempo. De acordo com analistas da indústria, o país está entre os três principais líderes mundiais em número de carteiras de criptomoedas. A negociação em bolsas de valores, os cálculos p2p, o uso de stablecoins para transferências internacionais — tudo isso há muito tempo é comum para as empresas brasileiras.

É por isso que o regulador não proíbe, mas constrói regras.

O que mudou na regulamentação

Em 2026, o Banco Central do Brasil endureceu os requisitos para plataformas de Criptomoedas em várias direções. Registro e licenciamento obrigatórios: as plataformas que trabalham com residentes Brasileiros são obrigadas a obter o status de Provedor de ativos virtuais (VASP). Requisitos AML / KYC: identificação do Usuário e monitoramento de transações em um nível comparável aos padrões bancários. Relatórios: os dados das transações são transmitidos à recepção Federal (IRS).

As plataformas não licenciadas saem do mercado ou passam para uma área cinzenta. Para os usuários-menos anonimato, mais confiança na confiabilidade do site.

Дзен-канал Deliver2
Канал о новостях в сфере ВЭД, актуальные маршруты, актуальные способы оплаты, мнения участников рынка, интервью и подкасты.

Realidade digital: onde está agora

O projeto CBDC "Drex" (digital real) está sendo ativamente testado pelo Banco Central com a participação das maiores instituições financeiras — Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil. Na fase atual — liquidação interbancária por atacado e teste de contratos inteligentes para instrumentos financeiros. As transações de varejo são a próxima etapa, ainda sem um prazo específico.

No contexto dos BRICS, o real digital é potencialmente interessante como uma ferramenta de liquidação sem o contorno do dólar: se o BRICS Pay depender das CBDCs dos países membros, o Drex brasileiro se tornará parte dessa infraestrutura.

O que isso significa para cálculos com o Brasil

Para as empresas russas que já usam criptomoedas para transações com parceiros brasileiros, é importante verificar o status das plataformas em uso. Se a plataforma não tiver uma licença VASP no Brasil, as transações podem ser bloqueadas ou sujeitas a maior supervisão pela recepção Federal.

Uma regulamentação mais rígida não significa uma proibição — significa a necessidade de operar através de canais licenciados. No médio prazo, isso é até positivo: reduz o risco de que a contraparte brasileira perca de repente o acesso à sua carteira devido ao bloqueio da plataforma não licenciada.

O circuito de Yuan, através de intermediários chineses, continua sendo o esquema mais eficiente para os cálculos russo-brasileiros no momento. A criptografia é a segunda opção, mas requer atenção ao status da licença.